Desde cedo, – ainda no útero! -, o bebé tem contacto com o ritmo, vibrações e pulsações do coração da mãe. A melodia enquanto terapia começou a ser explorada no século XIX e não se limitou somente aos musicoterapeutas. Já se pode observar a sua utilização, na saúde, como um recurso em práticas profissionais.

A manifestação mais comum é nas artes, mas a música também pode ser uma ferramenta de aprendizagem e ai ser fundamental no desenvolvimento cognitivo da criança. A cognição é o processo no qual adquirimos conhecimento e esta ação envolve diversas áreas cerebrais importantes no planeamento e execução de tarefas. O contacto com a música pode favorecer e desenvolver essas competências, segundo especialistas.

Com efeito, as escolas já percebem que se podem tirar daí alguns benefícios e estão a tentar utilizar a música em várias vertentes do ensino. Por exemplo, numa aula com instrumentos a criança aprende a colaborar em grupo e a percecionar como a junção de sons diferentes podem criar uma harmonia.