Todos os pais desejam que o seus filhos sejam-sucedidos, felizes e saudáveis. Agora a ciência dá uma ajuda, mostrando aos pais cinco comportamentos que aumentam as probabilidades de as crianças serem felizes e prósperas.

Não perseguir jovens adultos

Pode parecer estranho, mas actualmente este é um comportamento mais comum do que seria de esperar. Graças a funcionalidades, como o Find my iPhone, muitos pais continuam a monitorizar os filhos excessivamente, mesmo depois de estes terem saído de casa. Uma investigação da Universidade da Flórida, mostra que este tipo de pais (designados por “pais helicóptero”) retiram aos filhos a capacidade de autodisciplina e de gerirem as suas próprias emoções.

Ensinar a trabalhar

Vários estudos mostram que os seres humanos têm um prazer mais duradouro com tudo o que envolva mais esforço. Apesar de no momento em que é feito o esforço a felicidade diminua, esta em conjunto com os sentimentos de satisfação aumentam quando as pessoas reflectem sobre a forma como ocuparam o seu tempo. Mais: estes estudos revelaram também que trabalhar activamente desperta sentimentos de perseverança e domínio que estão ligados a um bem-estar maior.

Falar sobre os pontos fortes

A Universidade de Alabama analisou a frequência com que pais e filhos falam sobre os pontos fortes e fracos destes e a proximidade de relacionamento existente. A conclusão é que falar sobre os pontos fortes influencia positivamente os jovens.

Modelo de honestidade

Uma investigação canadiana com crianças entre os cinco e oito anos que envolvia uma experiência sobre as consequências de mentir e dizer a verdade fornece a informação necessária aos pais. A experiência provou que as crianças que assistiram a uma pessoa ter uma experiência positiva depois de dizerem a verdade sobre um assunto ou a ter uma experiência desagradável depois de dizerem uma mentira, eram mais propensas a serem honestas e a dizerem a verdade.

 Sessões de leitura

Uma pesquisa que envolveu 1.772 crianças de um e três anos descobriu que as crianças cujas mães liam diariamente para elas, aos três anos de idade tinham um vocabulário mais rico e desenvolvido, mesmo aquelas com predisposição genética para dificuldades de aprendizagem.