Para todos os pais que pretendem assegurar um futuro financeiro aos filhos sem preocupações, a Prévoir lançou recentemente o seu novo produto Renda Júnior.

Esta solução garante aos mais pequenos uma renda mensal de educação, entre os valores de 200 e 500 euros, no caso de falecimento ou invalidez absoluta e definitiva de um dos progenitores, durante um período de cinco, oito ou dez anos. E para que nada falte aos mais pequenos, esta solução disponibiliza ainda um capital imediato de 3.000 euros.

Por outro lado, as rendas mensais de educação do produto Prévoir Renda Júnior beneficiam de uma revalorização anual de 2% para garantir que as rendas estão a par e passo do custo de vida. Esta mais-valia em específico acontece assim que se cumpre a data de aniversário do primeiro pagamento. Outra das vantagens desta solução é que as mensalidades são pagas, durante o período subscrito no contrato, independentemente da duração deste último.

Mas o Renda Júnior não se limita a pensar apenas no futuro, assegurando também protecção no presente. Tudo porque este produto inclui uma componente para os pais com filhos que se encontram numa fase mais propícia a acidentes. Esta componente é composta por um subsídio diário, de 50 ou 100 euros, que funcionará como um complemento financeiro em caso de incapacidade temporária absoluta da pessoa segura, ou seja, o pai, a mãe, ou outro familiar que cuide da criança. Isto na circunstância desta se encontrar impossibilitada de sair de casa ou estar internada em consequência de um acidente. Este valor é pago por criança e até 30 dias por cada anuidade.

Com o foco na protecção familiar, o Prévoir Renda Júnior tem como missão garantir uma maior estabilidade no quotidiano familiar. Para Paulo Silva, diretor de Desenvolvimento Comercial, «precaver o futuro dos filhos é primordial para os pais, sendo que este é o seguro certo para assegurar a realização pessoal e profissional dos descendentes, até os mesmos conseguirem a sua independência». E para garantir que a família está efectivamente protegida em caso de imprevisto, o subsídio diário (de 50 ou 100 euros), que funciona como complemento financeiro, é assegurado, ainda que a pessoa segura não tenha uma profissão remunerada. Porque a família está em primeiro lugar.