A Fundação Galp renova o seu papel de principal parceiro na edição portuguesa do Global Teacher Prize (GTP), um prémio encarado como o “Nobel do Ensino” e que, anualmente, distingue os professores que mais se destacam pela resolução criativa e eficaz de um qualquer tema relativo ao contexto escolar.

Na primeira edição do prémio, em Portugal, o vencedor foi o professor de ciências no ensino secundário em Chaves, Jorge Teixeira (na foto). Assim, o docente recebeu os 30 mil euros, correspondentes ao prémio nacional, e é um dos finalistas da edição mundial do GTP, que atribui um milhão de dólares ao professor vencedor.

As candidaturas são feitas através de um formulário online, que pode ser preenchido até 3 de Março, nas quais os professores explicam por que razão entendem merecer o prémio. Todos os professores de todos os níveis de ensino, desde o pré-escolar ao 12º ano, e de todas as áreas, do ensino público, do ensino particular, cooperativo e especial, em atividade em Portugal ou em instituições nacionais são possíveis candidatos.

Para o CEO da Galp, Carlos Gomes da Silva, «a educação é um eixo central na estratégia de sustentabilidade da Galp», razão pela qual a Fundação Galp decidiu envolver-se «desde o primeiro momento, com o Global Teacher Prize Portugal» e, também, quer, novamente, reconhecer aos professores o seu «papel fundamental que desempenham pelo futuro da nossa sociedade», refere.

Com efeito, esse, também, foi o objetivo com que foi criado o Global Teacher Prize mundial. Além disso, a edição portuguesa pretende partilhar boas práticas de evolução e mudança, mais adaptadas às novas necessidades e promover um debate construtivo sobre o futuro da educação e os novos desafios.